"As palavras. Por que tinham que existir? Sem elas, não haveria nada disso. Sem as palavras, o Führer não era nada."
Acho que esse foi um dos melhores livros que já li, talvez diga isso por ainda estar com as emoções que ele me trouxe na superfície, isso já aconteceu com outros livros, não quer dizer que com o tempo ele deixa de ser bom, apenas que os sentimentos são absorvidos.
Este livro contribuiu para aumentar meu ódio por Hitler, que já não era pequeno após ler "O Menino do Pijama Listrado", "O Diário de Anne Frank" e "Maus"... A diferença que vi neste livro, foi que assim como no Menino do Pijama Listrado conta a história não de um judeu, mas sim de um alemão que sofreu com o nazismo, apesar de ter isso em comum essas histórias são completamente diferentes e mostram diferentes perspectivas sobre as dificuldades dos alemães durante o nazismo.
Fiquei encantada com Liesel, uma garota que odeia e ama as palavras, o problema no entanto não são as palavras, mas sim quem as usa, e principalmente como as usa, pois acredito com toda minha fé, que as palavras não vieram ao mundo para tornar possível coisas como o nazismo, e sim para contar-nos histórias como essa, que tornam nossas vidas melhores, trazendo emoções que nunca teríamos na vida real.
Bato palmas não a Deus, que não impediu o holocausto, mas sim a Markus Zusak que escreveu pela morte.
"Os seres humanos me assombram" - Morte
Na Farraige significa o oceano em irlandês... o mar, o oceano é profundo e imprevisível, salgado e maravilhoso...
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