quarta-feira, 9 de maio de 2012

Crônica

Talvez eu participe da olimpíadas da língua portuguesa, cujo tema é "onde eu moro"... Se vou ou não meio que depende da minha professora de Português, e do que ela achar da minha crônica. Enfim, eu já fiz uma, e já entreguei também, mas ela ainda não deu nenhum retorno... Mesmo assim, vou postar aqui!

A noite. Sozinho. Caminhando na beira mar. Avisto as luzes da ponte piscando na escuridão. Uma pessoa está se aproximando. Só pode ser um bandido. Socorro. Ele olhou de relance para mim. Olhou para a trilha que meu fone de ouvido percorre desde minha orelha até meu bolso, onde minha mão se aloja no mesmo instante. Meus olhos estão vidrados naquela criatura que caminha como se dançasse. Um sorriso de escárnio surge em seus lábios, que está visível no momento graças a um poste de iluminação. 300 metros. 250 metros. 200 metros. A forma, que agora percebo está envolta em um grande casaco preto, vai se aproximando lentamente. Percebo um sacolejo em seus passos devido a uma deficiência na perna esquerda. Deve ter sido m tiro.
Posso sentir as engrenagens girando dentro de minha cabeça, e uma leve coceira na parte lateral de meu cérebro me leva a crer que este homem que se encontra a menos de 100 metros de mm, tirará algum tipo de arma do bolso direito de seu casaco, o qual sua mão repousa suavemente. Uma gota de suor escorrega através dos poros de minha têmpora. Agora só alguns passos me separam daquele homem estranho. Minha imaginação domina meus pensamentos, mostrando-me cenas variadas do que poderia acontecer. 3 hipóteses permanecem fixas em meu pensamento: A primeira consiste em ele tirar uma chave de fenda do bolso e ameaçar-me para dar-lhe meus pertences. A segunda, ele tiraria uma arma de fogo, daria um tiro na minha testa, um sorriso maquiavélico brotaria em sua face e continuaria andando como se nada houvesse acontecido. A terceira, ele tiraria uma faca e uma chave do bolso, fazendo-me entrar em um carro, me levaria para alguma tipo de casa da tortura e com uma risada maléfica começaria a retirar meus membros. Porém o que se segue é o fato mais inusitado que eu poderia ter pensado. Ele sorri educadamente passa por mim.
Continuo meu caminho, ainda desconfiado de que ele pudesse optar por um ataque pelas costas, até que uma mulher vira uma esquina e lança-me um olhar mortífero. Ela só pode estar querendo e matar.

É isso, espero que tudo de certo e eu consiga participar, talvez eu ainda escreva uma outra crônica, para poder inscrever a melhor possível...

2 comentários:

  1. Só para constar, essa é a primeira crônica que eu escrevi...

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  2. esquece essa crônica não se enquadrou no tema e não consigo escrever outra que preste... la vai minha chance indo por água a baixo...

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